Clínica de Medicina Endoscópica

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» A evolução do D.I.U.



A grande maioria das mulheres conhece o Dispositivo intra-uterino (DIU) apenas pelo nome, mas não sabe como funciona, qual a sua eficácia, como é introduzido na mulher, entre outras coisas.

O DIU é método contraceptivo constituído por material plástico flexível geralmente em forma de T. Atualmente são usados basicamente dois tipos, o que tem cobre e o que contém hormônio. Cabe a mulher e o médico decidirem qual o melhor tipo para ser inserido.

Para o ginecologista José Alexandre Portinho, doutor e mestre em ginecologia pela UFRJ, a mulher deve ser informada sobre a eficácia, efeitos colaterais, uso correto do método, sinais e sintomas de alerta, mudanças no padrão menstrual, incluindo a possibilidade de aumento do sangramento menstrual em usuárias do DIU. É importante assinalar que o DIU não protege contra as doenças sexualmente transmissíveis (DST).

Para essa proteção é necessário o uso de condom concomitante para mulheres que, sob algumas circunstâncias, possa se tornar de alto risco para DST. "É fundamental que a paciente tenha conhecimentos dos benefícios e dos prováveis efeitos colaterais", explica o médico.

O DIU é um dos métodos anticoncepcionais mais eficazes no mundo. Nos Estados Unidos e na Europa seu uso chega a 67% como método de escolha. No Brasil, existe uma tendência de aumento do uso à medida que as mulheres vão ficando mais esclarecidas sobre as vantagens e efeitos do DIU.

Alguns benefícios importantes podem ser destacados como: a utilização independente da freqüência da atividade sexual, liberação da preocupação diária com a prevenção da gestação, ser comandado unicamente pela mulher, ser uma opção prática e eficaz e ter um período longo de utilização (cerca de 5 anos). Esses benefícios proporcionam a mulher uma sensação de liberdade e comodidade. Os efeitos colaterais mais comuns são: o aumento do fluxo menstrual e menos freqüente a possibilidade de cólicas menstruais nos primeiros meses de uso. Estes efeitos podem ser controlados com a utilização de medicamentos, sempre sob supervisão medica. Geralmente, após os primeiros três meses de utilização, estes sintomas tendem a ser normalizar.

Mesmo as mulheres que não tiveram filhos poderão usar o DIU. Existem algumas condições que podem aumentar o risco de complicações com uso do DIU como infecção aguda dos órgãos genitais, anormalidades do útero, DST como AIDS, HIV, Clamídia e gonorréia, mioma grande, problemas de coagulação sanguínea, câncer genital, etc.

Vantagens:
01- Alta eficácia (99,4%)
02- Não interfere com o metabolismo.
03- Não interfere com o sistema cardiovascular.
04- Pode ser usado por mulheres hipertensas, diabéticas, varicosas, fumantes, etc.
05- Não altera o peso corporal.
06- Não quebra a espontaneidade da relação sexual.
07- Não limita a atividade sexual.
08- Não altera a libido.
09- É método prático, de longa duração. (não precisa tomar anticoncepcional todo dia).
10- É reversível.
11- Pode ser usado em qualquer faixa etária do período reprodutivo
Desvantagens:
01- Pode aumenta o fluxo menstrual.
02- Requer útero íntegro, com sua cavidade normal.
03- Custo inicial elevado à maioria das mulheres de classes sócio econômicas mais baixas.

Remoção - Pode ser feita em qualquer período do ciclo menstrual sendo mais fácil durante a menstruação. Deve ser feita pelo médico que irá puxar delicadamente os fios do DIU com uso de uma pinça. Caso a mulher deseje um novo DIU poderá ser colocado imediatamente.fake watches, rolex replica

As causas de descontinuidade são: sangramento irregular, dor, gravidez, infecção, desejo de gravidez, por solicitação da mulher, efeitos colaterais, gravidez, DST, perfuração uterina, expulsão parcial, perda da validade. 

Método
Eficácia teórica (%)
Eficácia prática (%)
Pílula
99,6 %
96 %
D.I.U.
98 %
95 %
Camisinha
97 %
90 %
Diafragma
97 %
83 %
Tabelinha
87 %
79 %
Sem método
10 %
10 %

 

Dr. José Alexandre Portinho
www.mulhersaude.com.br
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Tel.: (21) 3153-7990